01/07/2011

FÉRIAS E LIVROS. UMA COMBINAÇÃO PERFEITA


Nesta última semana a Biblioteca esteve agitadíssima!!!
Com as férias chegando, nossos alunos lotaram a biblioteca levando livros para garantir a diversão nas férias.
Batemos todos os recordes: 140 Livros locados apenas em uma semana!!!

Valeu Galera, Boas Férias.

Neusinha e Velza
 

Receber carinho não tem preço!




RECEBER CARINHO NÃO TEM PREÇO!

Vejam a deliciosa declaração de amor, carinho e amizade que nós, Neusinha e Velza, professoras do Centro de Multimeios, recebemos do aluno Hadriel (Informática II).


“Ah! Neusinha, o que seria de mim sem as nossas conversas, os momentos de risadas, tantas alegrias... A biblioteca mais amigável, mais divertida, mais acolhedora em que já estive. Não a biblioteca espaço físico, mas as pessoas que a tornam única, especial.
Agradeço muito a vocês.
Hadriel Lima”


“ Ah! Velza, gostaria de agradecer-lhe muito, pela companhia, pelas risadas, pelas tantas alegrias... Sem a nossa bibli, o que seria de mim e de tantos outros alunos que realmente precisam da bibli... A sua companhia foi essencial para a minha passagem por aqui. Te agradeço muito,
Hadriel Lima”


São esses gestos de carinho que tornam nosso trabalho tão prazeroso e gratificante.
Obrigada ao aluno Hadriel e a todos os outros que fazem da biblioteca do Juarez Távora um lugar tão especial.
Neusinha e Velza

30/06/2011

Comunicado

No período de 2 a 31 de julho de 2011, as atividades da Biblioteca Juarez Távora estarão suspensas, por motivo de férias escolares.
Desejamos a todos ótimas férias, recheadas de leituras.

Até a volta!
Neusinha e Cia

14/06/2011

Finlândia é nota dez em educação


Às 8 da manhã Marku Keijonen entra na escola. Ele tem 42 anos e é o diretor do colégio Porolahden Perus, em Helsinque. A primeira atividade do dia é ligar o computador. "Não é uma coisa superficial: ao abrir meu correio encontro as cartas dos pais de alunos, que tenho de responder." As famílias estão em contato permanente com o colégio, e é aos pais que o diretor tem de prestar contas de seu trabalho, em primeiro lugar.
Finlândia. Neste país de noites brancas e sombras eternas, conforme a estação (agora anoitece às 4 da tarde), as estatísticas sorriem. O Fórum Econômico Mundial diz que tem a economia mais competitiva do mundo; é o país da Europa dos 15 com maior difusão de periódicos por habitante (430 por mil); taxa de fecundidade notável, 1,7 filho por mulher (a média européia é 1,4). Mas talvez sejam os resultados escolares de seus estudantes o que causou mais alegrias nos últimos tempos. O relatório PISA 2003, que mede o rendimento educacional dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), publicado há algumas semanas, novamente situa a Finlândia como país exemplar: é o primeiro colocado em matemática, em compreensão da escrita e em cultura científica (junto com o Japão).
Os professores não sabem muito bem o motivo desses dados. Investem-se 5,8% do PIB em educação, mas outros países também o fazem; seu clima adverso deixa as crianças em casa, em contato com os livros, mas na Islândia ou na Dinamarca também não faz calor; suas classes têm os níveis de imigração mais baixos da OCDE. Mas todas essas coisas não explicam por si sós o êxito repetido. Os professores, e a própria ministra da Educação, Tuula Haatainen, o atribuem em grande medida à sólida formação dos docentes e a um quadro educacional muito claro. "Temos um sistema uniforme, obrigatório e gratuito que garante a eqüidade e o acesso para todos; o corpo docente é altamente qualificado e as mães, incorporadas ao sistema de trabalho, são as primeiras a motivar seus filhos a estudar", resume a ministra.
O sistema educacional finlandês é público e gratuito desde a infância até o doutorado na universidade. Além disso, é obrigatório dos 7 aos 16 anos. Nessa etapa todos estudam a mesma coisa e o governo pretende que o façam no mesmo edifício, ou o mais perto possível, para garantir um acompanhamento continuado do aluno.
O Estado define 75% de disciplinas comuns e o resto é organizado pelo colégio, com a participação ativa de estudantes e famílias. Há ampla liberdade para projetar o dia-a-dia escolar, portanto não é fácil falar do sistema de maneira geral. Mas há alguns aspectos comuns. A formação dos professores é um deles. Todos têm de ter cinco anos de formação, um terço da qual será de conteúdo pedagógico. "Não basta saber matemática", dizem. E a maioria, como lembra a ministra, tem um ano a mais de estudos, um mestrado.
Os professores acreditam que o salário poderia ser um pouco maior que os cerca de 2.300 euros (R$ 8.300) brutos por mês; mas estão contentes com as 13 longas semanas de férias por ano (os espanhóis têm mais de 16). A jornada semanal é de 37 horas, mas nem todas são de ensino em classe. Quando perguntados, não duvidam: são professores por vocação e estão motivados. Talvez porque têm valorização social e prestígio entre seus compatriotas. "Em geral contamos com a confiança dos pais, embora isso esteja decaindo", diz Tuula Tapaninen, orientadora do colégio Porolahden Perus.
Do outro lado de Helsinque, a diretora do colégio Alppila, Aulikki Kalalahti, indica outro dado que explica a motivação dos professores: "Eles têm liberdade para trabalhar com os alunos e vêem que conseguem êxito com eles".
Relação fluida
Os professores trabalham lado a lado com as famílias, com as quais mantêm uma relação fluida. Em janeiro o colégio Alpilla organiza jornadas de apresentação, das quais participam os pais, para conhecer seu método de trabalho. Se gostarem poderão optar livremente por matricular seus filhos ali. Os pais podem escolher a escola, mas costumam preferir a mais próxima. O Alpilla mantém com a escola primária que lhe corresponde pela proximidade uma estreita sintonia, que favorece o acompanhamento dos alunos até o final da etapa obrigatória.
Cinqüenta por cento dos alunos que se matriculam dos 13 aos 16 anos vêm dessa escola, mas a outra metade procede de qualquer parte de Helsinque. O colégio ganhou fama em comunicação e expressão. É um exemplo de um fenômeno recente na educação local: a especialização de alguns colégios em música, matemática, esportes... Quando um aluno se destaca em alguma dessas disciplinas, os pais tentam matriculá-los nesses colégios, embora alguns imponham um teste para avaliar as habilidades do aspirante. Se houver lugar, está dentro.
A oferta e a demanda se distribuem por enquanto razoavelmente entre todos os colégios de Helsinque, embora a prefeitura tenha eliminado (salvo exceções) os vales-transporte para as crianças que se transferem por vontade própria para escolas distantes de suas casas.
Quando as famílias vierem conhecer o Alpilla, a diretora lhes explicará que receberam um prêmio por cumprir fielmente o programa: os professores se propuseram a trabalhar em equipe, bem coordenados, e o conseguiram. O governo lhes deu um cheque de 28 mil euros. Foram à Hungria nas férias e fizeram uma boa ceia de Natal no ano passado.
Quando as coisas pioram, os profissionais do colégio dão apoio acadêmico e social aos alunos. O número de estudantes por classe beira os 20, mas se houver problemas acadêmicos são separados em grupos de dez e colocados em dia. E se for preciso repetir o ano? "Será nos primeiros anos do primário, o quanto antes", diz a diretora.
Esse é o principal desafio salientado pelos professores: poder levar todos os alunos adiante, venham de onde vierem. Por isso, quando localizam um problema põem em ação seus muitos mecanismos de prevenção.
Se a coisa se complica, o governo (local ou nacional) contribui novamente com dinheiro. O colégio está encravado num bairro com problemas sociais e recebe mais verbas que outros. "No ano passado tivemos um problema e a prefeitura deu Helsinque nos concedeu 18 mil euros prontamente." Com essa verba a diretora contratou um professor avulso que ajudou os atrasados a fazer as lições, entre outras coisas.
Na Finlândia os centros escolares têm boas instalações e equipamentos, mas também se percebe certa austeridade. Uma simples cartolina com papéis pregados serve à diretora do Alpilla para deixar claros os propósitos educativos do curso. E eles são cumpridos.
Os alunos também respondem. Fazem seus deveres, que não são poucos, e não se queixam. Mas não são adolescentes de comportamento angelical. São como todos, e entre eles começa a surgir o desânimo, como salienta o diretor do centro Porolahden Perus. O álcool é uma das grandes preocupações nesse país. E o desemprego já atinge 9%. Por enquanto cerca de 60% dos alunos cursa a universidade, e os demais se matriculam em formação profissional. É difícil encontrar alguém que fique sem um diploma.
Os finlandeses têm um sistema educacional livre que roda com fluidez, bons professores, famílias que participam e dinheiro para enfrentar as dificuldades. E uma vontade férrea de cumprir o dever. Oitenta e cinco por cento dos finlandeses são luteranos (pouco praticantes). Poderia o espírito de Lutero ("Sempre pecador, sempre justo e sempre penitente") incutir esse tipo de responsabilidade pessoal no caráter de professores e alunos? "É possível", diz com seriedade o diretor do instituto Porolahden Perus. "É a responsabilidade de que é preciso cumprir. Mas isso tem seu lado ruim: os professores às vezes exigem tanto de si mesmos que chegam a adoecer." 
 
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
Visite o site do El País: www.elpais.es

Participação!


Uma iniciativa empreendedora e inovadora do governo da Islândia - ilha localizada no norte da Europa - está incentivando os cidadãos a participarem do processo de mudanças políticas e institucionais do país. Através do Facebook, é possível participar do processo de elaboração da nova Constituição do país e acompanhar todas as novidades.

Para serem validadas, as sugestões, que passam por um moderador, devem ter nome e endereço completo do seus autores.

Outras redes sociais, como Twitter, Youtube e Flickr também têm sido utilizadas pelo governo. Para ser aprovada, a nova Constituição deve passar duas vezes pelo parlamento.
Com informações da Info.

21/05/2011

Conselho Escolar


Conheça nossos representantes!
Da esquerda para a direita: Edite (func.), Luciana e Carla (mães), Nara (func.), Rubens e Bruno (prof.), Ezequiel e Yago (alunos).

20/05/2011

ENEM 2011

O Ministério da Educação publicou edital com as regras do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) deste ano, que será realizado em 22 e 23 de outubro. As inscrições, exclusivamente pela Internet, serão abertas às 10h da próxima segunda-feira (23) e poderão ser feitas até as 23h59 do dia 10 de junho, com taxa de inscrição de R$ 35 e possibilidade de isenção a estudantes membros de família de baixa renda ou que tenham concluído o Ensino Médio em escola da rede pública. A Universidade Federal do Ceará adota o ENEM como processo seletivo único para ingresso em todas as vagas de seus cursos de graduação.

ATENÇÃO!

No período de 23 a 27 de maio, terça a sexta-feira, o Laboratório de Informática II ficará disponível no intervalo do almoço (12:10 às 13:10) para a realização das inscrições dos alunos do terceiro ano. A inscrição das turmas seguirá a seguinte ordem:
Dia 23: Edificações
Dia 24: Informática
Dia 25: Massoterapia
Dia 26: Turismo
Dia 27: Alunos que tenham faltado no dia de seu curso.

Os diretores de cada uma das turmas acompanharão os alunos durante a inscrição. Na sexta-feira um componente do Núcleo Gestor orientará o processo. Não deixem de se inscrever.